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	<title>GQuest Pesquisas &#187; Notícias</title>
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	<description>Pesquisas de Mercado</description>
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		<title>Mulheres no Poder</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2011 19:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GQuest Pesquisas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil conta com 18,8 milhões de empreendedores em estágio inicial ou com menos de 42 meses de existência. Deste total, 53% são mulheres e 47% homens. É o que aponta os dados da última pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor). Na visão de Rose Mary Almeida Lopes, coordenadora do núcleo de Empreendedorismo da ESPM (Escola Superior ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://www.gquest.com.br/imagens/barra.jpg" /></div>
<h3><strong><span class="highlight2">Mulheres no mundo dos negócios</span></strong></h3>
<p><div class="divider"></div><br />
<span class="dropcap2">O</span> Brasil conta com 18,8 milhões de empreendedores em estágio inicial ou com menos de 42 meses de existência. Deste total, 53% são mulheres e 47% homens. É o que aponta os dados da última pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor). Na visão de Rose Mary Almeida Lopes, coordenadora do núcleo de Empreendedorismo da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), o sexo feminino ainda galga seu espaço nos novos negócios. &#8220;Tem crescido bastante o número de mulheres que querem empreender. Em países com renda per capita alta, essa desigualdade é menor, pois há mais democracia e direitos. No Brasil as mulheres que empreendem por ter oportunidade já superaram os homens que investem em negócios por necessidade&#8221;, afirma ela.</p>
<p>Os números da pesquisa realizada pela GEM destacam que o país está mais receptivo ao empreendedorismo feminino, mas ainda assim o preconceito é algo existente. &#8220;Ele aparece de forma velada, visto que não é politicamente correto ter esses tipos de pensamentos&#8221;, comenta Rose Mary. A coordenadora aponta que o preconceito diminui a partir do setor e área na qual a mulher resolve investir. &#8220;Se o setor já é mais feminino, ligado a cuidados, prestação de serviço, educação, confecções, ele é quase inexistente&#8221;, acredita ela. </p>
<p>Mas há exceção para essa regra. Vanessa Caldas, dona da loja online &#8220;AmoMuito.com&#8221;, sempre esteve envolvida com projetos na área de tecnologia, predominante ocupada pelo sexo masculino, e nunca sofreu discriminação. Vanessa notou que ainda que muitas mulheres investissem no Brasil, poucas fugiam da área de clínicas de estéticas e salões de beleza, para isso criou o site &#8220;Empreendedoras&#8221;. &#8220;A ideia surgiu em 2009 quando viajei com mais 10 empresários para Nova York em uma missão empreendedora e eu era a única mulher. A partir desse caso resolvi montar um grupo para conhecer empreendedoras e criar um espaço para compartilhar erros e acertos&#8221;, explica ela. </p>
<p>O foco do grupo saiu um pouco do idealizado pela criadora, visto que as pessoas buscavam mais contato para pedir ajuda, do que para contar sobre as empreitadas empreendedoras. &#8220;Muita gente só entrava para fazer perguntas do tipo &#8220;No que eu posso investir pra ter dinheiro?&#8221;, ninguém tem essas respostas. Além disso as próprias usuárias não queriam colocar na web quais foram os erros, o que elas tiveram que passar para contornar as situações. Isso era feito nos encontros que marcávamos pessoalmente. Na internet as pessoas só queriam colocar as coisas boas e ficavam retraídas na hora de se expor, acho que isso nem é uma característica apenas feminina, o homem também tende a esconder os erros&#8221;, conta ela.</p>
<p>Em relação aos tipos psicológicos de homens e mulheres, Rose Mary acredita que o sexo feminino tem mais facilidade de falar e endereçar sentimentos, coisas que se usadas da maneira corretam ajudam no mundo dos negócios. &#8220;A mulher tem essas vantagens e podem usá-las no sentido de tratar as pessoas, isto é, tanto os colaboradores, quanto os clientes e fornecedores&#8221;, acredita ela. Vanessa endossa que as mulheres tendem a ser mais organizadas e cautelosas. &#8220;O homem se arrisca mais, mete os pés pelas mãos&#8221;, conta ela. </p>
<p>As mulheres precisam de uma atitude maior para começar a investir, portanto arriscam menos, acredita Vanessa, que acha que a família às vezes cumpre um papel muito castrador nesse aspecto. &#8220;Quando você começar a investir precisa largar seu emprego, ter atitude e consciência de que não dá pra abrir um negócio e já ter salário no final do mês. Isso acaba sendo complicado, pois as mulheres tem que se preocupar com filhos e outros orçamentos e a família também coloca ela para baixo, encrencando com a opção que foi feita&#8221;, explica ela.</p>
<p>Para a coordenadora do núcleo da ESPM, as mulheres têm a tendência de avaliar as coisas levando em conta sentimentos, especialmente antes de investir. &#8220;A mulher se questiona em como essa decisão irá impactar aos outros e a si mesma, enquanto os homens são mais racionais. Em um momento crítico em que é preciso cortar gastos ou mandar algum funcionário embora, pois ele não produz mais da forma correta, as mulheres tendem a sofrer mais na hora de tomar uma decisão&#8221;, destaca ela. Esse tipo de comportamento também faz com que as mulheres optem por fazer negócios mais sociais. &#8220;As mulheres se preocupam mais com o próximo, trabalham o dia todo, mas não deixam de pensar no que aconteceu na rua, o que passa no jornal&#8230; Elas são mais engajadas&#8221;, conta Vanessa, que acredita que mesmo quando a mulher não empreende em algo social, ela busca formas de ajudar os já existentes, como doações e ajudas para orfanatos, creches e asilos.</p>
<p>As dicas para as mulheres que querem entrar em um negócio, entretanto, são as mesmas que para os homens. &#8220;Não deixe ninguém te colocar para baixo. Se alguém considerar sua ideia louca, ai que você tem que investir mesmo, porque é só quando a gente pensa diferente que há inovação e algo que de certo&#8221;, acrescenta Vanessa. Rose Mary acredita que é necessário analisar quais são os erros que todas as pessoas cometeram para fazer a diferença. &#8220;Escolha bem o seu sócio, de preferência uma pessoa que te complete e possua as qualidades que você deixa a desejar. É preciso ter cuidado também com otimismos exagerados e a escolha dos colaboradores, busque o perfil adequado em termos de expectativa e confiança&#8221;, finaliza ela.<br />
<div class="divider"></div><br />
<strong>Fonte:</strong> Portal Universia</p>
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		<title>P&amp;D</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 20:03:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Girarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[á poucos dias, na Califórnia, o presidente norte-americano reuniu empresários — dentre os quais estavam Jobs e Zuckerberg — para um debate. E a reunião não pretendia discutir sobre os lucros estratosféricos alcançados por Apple e Facebook nos últimos anos, mas sobre o futuro de todo um país. O encontro, guardado às portas fechadas, traçou ...]]></description>
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<h3><strong><span class="highlight2">Pesquisa: O cerne da inovação tecnológica e do desenvolvimento</span></strong></h3>
<p><div class="divider"></div><br />
<span class="dropcap2">H</span>á poucos dias, na Califórnia, o presidente norte-americano reuniu empresários — dentre os quais estavam Jobs e Zuckerberg — para um debate. E a reunião não pretendia discutir sobre os lucros estratosféricos alcançados por Apple e Facebook nos últimos anos, mas sobre o futuro de todo um país. O encontro, guardado às portas fechadas, traçou planos de investimentos públicos em pesquisa e inovação tecnológica, assuntos que ultimamente têm estado na pauta do presidente Barack Obama.<br />
Impulsionar a competitividade por meio de pesquisas não é novidade nos Estados Unidos. Com raízes em meados dos anos 60, lá no âmago de suas seculares universidades, a implantação dos parques científico-tecnológicos e mecanismos similares — como as incubadoras de empresas — se iniciou com a fantástica experiência do Vale do Silício. Geravam-se ali, num ambiente de estímulo à relação entre centros de pesquisa, atividade acadêmica e iniciativa empresarial privada, alguns dos negócios que mudariam os rumos da economia global.<br />
Em decorrência disso, atualmente cerca de 70% do crescimento econômico no mundo se dá em função da inovação tecnológica. Surgem, dentre outras, as novas atividades industriais, os <em>softwares</em>, os novos processos logísticos, os laboratórios de engenharia e os <em>clusters</em> de inovação. Criam-se, assim, além de incentivos ao desenvolvimento socioeconômico, também os novos postos de trabalho que tanto movimentam uma economia. No Brasil, embora haja certo distanciamento quando em comparação aos desenvolvidos, iniciativas bem-sucedidas estão sendo empreendidas em favor das pesquisas em inovação tecnológica, o que inclui a implantação, em breve, do Parque Tecnológico de Guarulhos.<br />
P&#038;D: não há nada mais moderno. E é a partir de sua realização em ambientes propícios que o desenvolvimento se dá. <em>Vide</em> Estados Unidos, <em>vide</em> postura do governo norte-americano quanto aos investimentos nesse setor. Aqui, em verde e amarelo, continuemos em frente, estudando, inovando. (&#8230;) Pesquisemos, Brasil!</p>
<p><div class="divider"></div><br />
<strong>Autor:</strong> Willian Girarde</p>
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		<title>Tecnologia</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 17:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GQuest Pesquisas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[inovação tecnológica é parte integrante da estratégia de aumento de competitividade de sete em cada dez grandes empresas brasileiras, conforme apontou a Sondagem de Inovação tecnológica, levantamento trimestral realizado pela ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial). A finalidade do levantamento é avaliar o esforço real e a expectativa das grandes empresas com investimentos nesta área. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://www.gquest.com.br/imagens/barra.jpg" alt="" /></div>
<h3><strong><span class="highlight2">Crescem investimentos em pesquisa por parte das grandes empresas</span></strong></h3>
<p><div class="divider"></div><br />
<span class="dropcap2">A</span> inovação tecnológica é parte integrante da estratégia de aumento de competitividade de sete em cada dez grandes empresas brasileiras, conforme apontou a Sondagem de Inovação tecnológica, levantamento trimestral realizado pela ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial). A finalidade do levantamento é avaliar o esforço real e a expectativa das grandes empresas com investimentos nesta área.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, 71,5% das grandes empresas industriais inovaram em produto ou processo no segundo trimestre desse ano. Percentual semelhante ao verificado na pesquisa anterior (71,4%). A sondagem também apontou que 27% das empresas ampliaram seus investimentos em P&#038;D (Pesquisa e Desenvolvimento) e 47% mantiveram o mesmo nível do trimestre anterior.</p>
<p>Com relação à primeira edição da Sondagem, realizada no trimestre anterior, foi detectado crescimento de 52,4% para 57% em inovação de produto, com lançamento de produtos já existentes no mercado nacional. Não houve alteração no número de empresas que lançaram produtos ainda não existentes no Brasil, mas o percentual é considerado satisfatório: 18,1%.</p>
<p>As inovações de processo de produção tiveram ligeira redução entre o primeiro e o segundo trimestre do ano, quando se comparam os dados das duas pesquisas. A redução é mais acentuada quando se fala em novos processos no mercado nacional. Caiu de 24,8% para 15,5%. A queda do índice de inovação de processo dentro da própria empresa foi superior a três pontos percentuais (48,6% para 45,1%).</p>
<p>Para a ABDI, ainda é cedo para tirar conclusões sobre a tendência das empresas em relação à inovação nesta segunda edição da sondagem, pois ainda não existe uma série histórica que permita constatar fatores sazonais.</p>
<p>A Sondagem de Inovação entrevista trimestralmente empresas industriais com 500 ou mais pessoas ocupadas. Existem aproximadamente 1.650 empresas industriais com esta característica na indústria brasileira. A pesquisa foi desenvolvida pela IPEAD (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Administrativas e Contábeis de Minas Gerais), com o apoio técnico-científico de uma equipe de pesquisadores do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), do Cedeplar (Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional) da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e de especialistas setoriais renomados de outras instituições acadêmicas brasileiras. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) prestou auxílio técnico na elaboração do questionário e na definição da amostra das empresas consultadas.<br />
<div class="divider"></div><br />
Fonte: Santander Empreendedor</p>
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		<title>Pesquisa Pública</title>
		<link>http://gquest.com.br/archives/727</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 18:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GQuest Pesquisas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A distribuição dos investimentos em um bairro, uma cidade, um estado e um país depende dessas informações, como explica o professor Kiko Santos. m uma aula de Geografia, você pode acompanhar a importância das pesquisas para o desenvolvimento das políticas públicas. A distribuição dos investimentos em um bairro, uma cidade, um estado e um país ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://www.gquest.com.br/imagens/barra.jpg"/></div>
<h3><strong><span class="highlight2">Pesquisas são importantes para o desenvolvimento das políticas públicas</span></strong></h3>
<p>
<em>A distribuição dos investimentos em um bairro, uma cidade, um estado e um país depende dessas informações, como explica o professor Kiko Santos.</em><br />
<div class="divider"></div><br />
<span class="dropcap2">E</span>m uma aula de Geografia, você pode acompanhar a importância das pesquisas para o desenvolvimento das políticas públicas. A distribuição dos investimentos em um bairro, uma cidade, um estado e um país depende dessas informações. O contraste social nem sempre aparece na televisão. Casa Amarela, bairro da Zona Norte do Recife, é dividida. Numa mesma região, realidades diferentes. Prédios da classe média dividem a paisagem com a comunidade do Alto de Santa Isabel.<br />
<br />
Felipe é representante do IBGE e está realizando a pesquisa do Censo Demográfico 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no local. É com essa pesquisa que o Governo Federal descobre as diferenças sociais e econômicas que há no Brasil. Morador do Alto de Santa Isabel, o aposentado Amaro Pereira da Silva, de 68 anos, sente na pele o que o IBGE estuda. &#8220;É tudo diferente. Nós somos pobres e lá eles são cheios de dinheiro. Há uma diferença grande. Aqui, é rua de gente humilde. Lá, são pessoas de alta sociedade”, disse. (&#8230;) Felipe segue entrevistando os moradores. A aposentada Elenita Gomes Dourado, 78 anos, mora na rua Mal-me-quer, também na comunidade do Alto de Santa Isabel. &#8220;O esgoto é jogado em fossa. São duas fossas já para não botar para correr&#8221;, contou ela. Já a aposentada Letícia Vitor da Silva, 65 anos, afirma não ter esgotamento sanitário em casa. (&#8230;) Felipe aplica o questionário do IBGE e repassa os dados dos moradores para o coordenador da equipe. Kleber Alberto da Silva é o responsável pelos bairros de Casa Amarela, Macaxeira e Nova Descoberta. Ele tem informações de 80 mil pessoas dessas três áreas da Zona Norte de Recife.<br />
<br />
&#8220;Esses dados vão para o posto de coleta e depois são enviados para o Rio de Janeiro para que os técnicos analisem cada área, vejam como as pessoas vivem, educação, esgoto, renda familiar. É um estudo do Brasil como um todo para reverter em políticas públicas tanto de áreas pobres como de áreas mais humildes”, falou o coordenador. Um dos objetivos é saber o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) &#8212; uma fotografia do Brasil e de cada região. &#8220;O IDH leva em consideração três índices principais: a longevidade, também chamada de expectativa de vida ao nascer &#8212; hoje, o brasileiro vive, em média, 70 anos; a educação &#8212; que leva em consideração a taxa de alfabetização de pessoas a partir de 15 anos e a taxa de matrículas efetivadas nos três níveis de educação; e o PIB per capita &#8212; que é o Produto Interno Bruto, soma de toda riqueza gerada, dividido pela população&#8221;, explicou o professor Kiko Santos.<br />
<br />
Esse documento influencia o governo a elaborar políticas públicas para diminuir as desigualdades sociais e econômicas. &#8220;Essas informações ajudam na elaboração de políticas públicas de acordo com a esfera governamental&#8221;, disse Maurílio Lima, da Condepe/Fidem. O professor complementa: &#8220;O Brasil não pode se desenvolver para apenas uma parcela da população. É preciso que haja um desenvolvimento amplo, completo, integrando todos nessa economia robusta, que está em crescimento&#8221;.<br />
<div class="divider"></div><br />
<strong>Fonte:</strong> Globo.com</p>
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		<title>Sombras em luz</title>
		<link>http://gquest.com.br/archives/711</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 18:01:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GQuest Pesquisas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[stá fora de questão a importância da pesquisa de mercado nas atividades de marketing. Quando se pensa em observar e analisar qualquer um dos elementos do &#8220;marketing mix&#8220;, a pesquisa (incluindo, aí, a correta análise da mesma) é a única e insubstituível ferramenta. É como um óculos. Transforma o turvo em claro. Sombras em luz. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://www.gquest.com.br/imagens/barra.jpg"/></div>
<h3><strong><span class="highlight2">Pesquisa de Mercado: um mero questionamento</span></strong></h3>
<p>
<div class="divider"></div><br />
<span class="dropcap2">E</span>stá fora de questão a importância da pesquisa de mercado nas atividades de marketing. Quando se pensa em observar e analisar qualquer um dos elementos do &#8220;<em>marketing mix</em>&#8220;, a pesquisa (incluindo, aí, a correta análise da mesma) é a única e insubstituível ferramenta. É como um óculos. Transforma o turvo em claro. <strong>Sombras em luz</strong>. Contornos em formas. Fora disso é puro &#8220;achismo&#8221;. A contratação de pesquisas de mercado está sempre acompanhada de questões quanto a questionário, universo pesquisado, amostra, erro, significância, desvio e outros quesitos a mais que compõem a boa pesquisa. Isto está correto. O que me preocupa é, por muitas vezes, a falta de um componente imprescindível não só à pesquisa, mas a qualquer outra atividade de trabalho, seja qual for a área: o BOM SENSO. E, assim como eu não sou, você não precisa ser um especialista em pesquisa para aplicá-lo.</p>
<p>Dias atrás, analisei uma pesquisa que um cliente havia contratado há alguns meses. Tomei um susto com as várias questões inapropriadas e sugeridas no questionário de campo. Exemplo: “O que o(a) Sr.(a) acha de um serviço de guincho 24hs?” Possíveis respostas: Muito importante, importante, pouco importante, não sei. Precisa de muito esforço para adivinhar o resultado? É lógico que não. Quase 90% responderam &#8220;muito importante&#8221; e &#8220;importante&#8221;. (&#8230;) E que conclusões podemos chegar a partir desta questão? Sinceramente? Que os entrevistados acham muito importante e importante o serviço, e só.</p>
<p>Mas, se fosse perguntando &#8220;Quantas vezes nos últimos seis meses o(a) Sr.(a) precisou de serviço de guincho 24hs?&#8221;. Certamente poderíamos mensurar a demanda por este tipo de serviço e a urgência da empresa em disponibilizá-lo aos seus clientes, como um diferencial competitivo. E, assim como aquela, foram várias as outras perguntas desvinculadas do real intuito do cliente: avaliar o comportamento e a opinião de seu mercado de consumo.</p>
<p>Perguntei ao cliente se havia sido feita uma pesquisa anterior, qualitativa. Estão sentados? O cliente, indefeso e acoado, respondeu que, por orientação dos profissionais, a pesquisa qualitativa seria feita depois, para conhecer com profundidade os consumidores em potencial. Retruquei: então, com base em que foram elaboradas as perguntas? Resposta: foram elaboradas pela agência e pela empresa de marketing. Quer dizer, uma completa inversão de papéis. Não me admiro que as perguntas tenham sido tão impertinentes. Foram baseadas em sentimento, e não em análise de profundidade e qualitativa das preferências e expectativas do consumidor.</p>
<p>Qual a culpa do cliente nesta história? Nenhuma. O problema está, sim, naqueles que o fizeram pagar uma boa soma de dinheiro para chegar a lugar algum. Não é por acaso que, na grande maioria das vezes, desconsidera-se a pesquisa. Para a grande maioria das empresas, a pesquisa passou a ser uma despesa alta, inconveniente, e improdutiva. Na verdade, ela deveria ser o investimento prioritário a preceder toda e qualquer ação de marketing. Como eu já disse em outra ocasião, a alma do negócio deixou de ser, há muito tempo, a propaganda. Hoje, a alma do seu negócio é, antes de tudo, conhecer o seu mercado de atuação (clientes, concorrência, fornecedores). E, para fazer isso, só valendo-se de uma boa e fundamentada pesquisa. Pela falta de critério e, principalmente, bom senso, a pesquisa de mercado tem virado um mero questionário.<br />
<div class="divider"></div><br />
Fonte: Portal do Marketing</p>
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		<title>Arrebenta, Jordão!</title>
		<link>http://gquest.com.br/archives/697</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 17:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GQuest Pesquisas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual sua opinão quanto às pesquisas de mercado? Por que muitas empresas ainda apresentam resistência à idéia de monitorar seu posicionamento competitivo? Qual seria o posicionamento competitivo de uma empresa? Quer dizer, como fazer isso? A resposta a essa pergunta começa pela dificuldade dos empresários e executivos de pequenas e médias empresas entender qualquer coisa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://www.gquest.com.br/imagens/barra.jpg"/></div>
<h3><strong><span class="highlight2">Ricardo Jordão, da BizRevolution, dá sua opinião sobre pesquisas</span></strong></h3>
<p>
<div class="divider"></div><br />
<strong>Qual sua opinão quanto às pesquisas de mercado? Por que muitas empresas ainda apresentam resistência à idéia de monitorar seu posicionamento competitivo?</strong><br />
<br />
Qual seria o posicionamento competitivo de uma empresa? Quer dizer, como fazer isso? A resposta a essa pergunta começa pela dificuldade dos empresários e executivos de pequenas e médias empresas entender qualquer coisa nesse sentido. Eu acredito que a questão mais importante do mundo dos negócios hoje chama-se <strong>PREPARAÇÃO</strong>. As pesquisas de mercado, sem dúvida, ajudam a estarmos mais preparados. Por isso, <strong>COM CERTEZA</strong>, pesquisar o que rola é importante. (&#8230;) Por outro lado, a turma nas grandes empresas recebem dezenas de papers e pesquisas para analisar. Infelizmente, eles não conseguem aproveitar nem metade das oportunidades que chegam até eles. Imagina, então, a turma das médias e pequenas empresas&#8230;<br />
<br />
Eu vejo que <em>insights </em>para mostrar onde estamos é legal, <strong>MAS</strong>, tem pouco valor.<br />
<br />
Eu acredito que <em>insights </em>para mostrar <strong>ONDE ESTÃO AS MELHORES OPORTUNIDADES</strong>, ou seja,<strong> OS NOVOS POSICIONAMENTOS</strong> tem valor que as pessoas prestam atenção. O seu desafio é fazer uma espécie de FREAKONOMICS das PESQUISAS, criando o FREAKPESQUISAS, virando de ponta cabeça os <em>insights </em>que você poderia gerar para o seu público-alvo.</p>
<p><strong>ARREBENTA!</strong><br />
<div class="divider"></div><br />
Ricardo Jordão<br />
<strong>Sobre o autor: </strong>Ricardo Jordão é presidente e fundador da Biz Revolution, uma empresa que auxilia gestores na melhoria de seus conceitos de marketing.</p>
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		<title>O que importa?</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 17:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GQuest Pesquisas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A importância da realização de uma pesquisa mercadológica antes do inicio de qualquer negócio é muito pouco discutida entre os empreendedores, porém extremamente necessária ntes de se iniciar um novo empreendimento é preciso pesquisar, conhecer a fundo o mercado no qual ele estará inserido. Conhecer os concorrentes, os fornecedores e o público-alvo, quem são os ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://www.gquest.com.br/imagens/barra.jpg"/></div>
<h3><strong><span class="highlight2">A importância da pesquisa</span></strong></h3>
<p>
<em>A importância da realização de uma pesquisa mercadológica antes do inicio de qualquer negócio é muito pouco discutida entre os empreendedores, porém extremamente necessária</em><br />
<div class="divider"></div><br />
<span class="dropcap2">A</span>ntes de se iniciar um novo empreendimento é preciso pesquisar, conhecer a fundo o mercado no qual ele estará inserido. Conhecer os concorrentes, os fornecedores e o público-alvo, quem são os consumidores, quais são os seus hábitos e necessidades. Afinal, estatísticas comprovam que inúmeros empreendimentos quebram no primeiro ano de funcionamento por falta de conhecimento do negócio, do mercado em que atua e não por falta de crédito, como muitos acreditam.</p>
<p>O empreendedor precisa ter consciência de que a função da pesquisa de mercado é justamente diminuir as margens de erro e oferecer mais garantias, mostrando se o negócio está ou não no caminho certo.</p>
<h6><strong>Mas como direcionar os formulários para obter as soluções corretas?</strong></h6>
<p>O primeiro passo é definir o mercado que será pesquisado no início (público-alvo, concorrente, fornecedor) e os objetivos da pesquisa a ser realizada. Na seqüência é preciso identificar o tipo de informação que será precisa para compor sua pesquisa. E na seqüência é preciso elaborar as perguntas básicas de acordo com os tipos de informações relevantes. Uma solução para evitar dúvidas ou possíveis erros seria a contratação de uma empresa especializada em pesquisas, até mesmo porque existem várias possibilidades para se realizar uma pesquisa de mercado.</p>
<p>Por isso, uma empresa especializada estará apta para apontar qual o melhor caminho para o seu tipo de negócio. Afinal, a pesquisa mercadológica é uma ferramenta indispensável para a realização e a conquista do sucesso dos novos negócios.<br />
<div class="divider"></div><br />
<strong>Fonte:</strong> SEBRAE &#8211; Mato Grosso do Sul</p>
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